Roberto Gomes

Roberto-Gomes-escritorO cara é de uma fertilidade imensa, intensa, incomensurável.

Escreve romances (pra ficar em dois, Os dias do demônio, sobre a colonização do Paraná, maravilhoso, e Júlia, um romance de época com “artifícios” de literatura moderna, maravilho – sou pobre de adjetivos pra ele), literatura infantil, contos, etc.

A estréia dele, Crítica da Razão Tupiniquim (quase quarenta anos atrás – ele é de 1948, segundo a wiki, e nasceu em Blumenau), já está na décima segunda edição (ainda não li – ó as entrelinhas, Roberto…). Em 1979 conquistou (ninguém “ganha” um concurso literário) o Prêmio José Geraldo Vieira, com Alegres memórias de um cadáver. Tem livros para o público infanto-juvenil, tem livros de crônicas. Conquistou o (Prêmio Jannart Moutinho Ribeiro, da Câmara Brasileira do Livro/São Paulo) em 1982, com O menino que descobriu o sol (e olha que os concursos da CBL eram inquestionáveis naquela época). Um de seus contos, Sabrina de Trotoar e de Tacape foi adaptado para o cinema (Flor do Desejo). Publica livros seus e de outros, na Criar Edições (tem um de histórias curtas do pai dele, o João Gomes, que revela um pouco de onde veio a intimidade do filho na hora de botar as palavras em correição, o Antonio Manoel escreveu sobre ele aqui.) É um cronista maravilhoso, e a partir de agora divide seus textos conosco aqui no Vitrine. Se quiser ler “no original”, vá ao site dele, que ainda tem muita coisa lá que vamos aos poucos passar prá cá.

Sobre os livros publicados, veja aqui.

Conosco, Roberto Gomes. Maravilhoso (este adjetivo é pra me penitenciar dos palavrões com que recheei um texto sobre ele, postado em janeiro de 2012, que me rendeu uma resposta extremamente gentil dele, “Pois faz um tempão que estou para te agradecer o texto que escreveste na Vitrine Literária sobre o Anatol. A razão é simples: nunca ninguém me chamou de filho-da-puta com tal propriedade e refinamento, com tanta sabedoria e raro tirocínio. Fiquei mui comovido.”, tô bobo até agora…)

Um desastrado motorista de fogão

Futebol de botão e de pelada

O que nunca disseram um ao outro

Vinicius de Moraes e o homem cordial

Cartas escritas contra o tempo

Eu, o santinho

Gabriel Garcia Márquez

Todos torcem pelo mais fraco, menos os comentaristas de futebol

Os mitos (e os preconceitos) são invencíveis

O túnel, o trem, a filosofia

Carnaval - a festa da carne

O menino que escrevia cartas de amor

O roubo da magnólia branca

Os perigos que nos rondam numa livraria

O exílio era aqui – tempos de ditadura

A arte de ouvir o que merece ser ouvido

Maranhão, estado de calamidade. Ou: Dilma precisa do olivelharca Zé Sarney

Como esvoejar entre futebol e eleições

Dilma e o festival de improvisos politiqueiros

André Schiffrin, o último editor?

Mandela, Madiba, Tata, um homem sábio.

Janelas de não ver o mundo

Prisão domiciliar só para os nobres? E a plebe rude?

Aos corruptos, a porta da rua. Lição que vem do Paraguai.

Um revólver e um punhal na jugular

Língua e Literatura só com prazer

Afinal, mensaleiros em cana.

Passeando com João Paulo II no bosque do Papa

Cê lembra, amor?

Biografias e História – duas vítimas da censura

Biografias, censores, hagiografias

Nat King Cole e a arte da sedução

Machado, que era de Assis

Lembrando Pablo Neruda

Zico e a mágica do espelho

O moleque que viu Zizinho jogar

Virtudes de um pijama velho

Meteoros, asteroides e outras pedradas

Uma ruiva para Laurinho

De ventos, tempestades e mulheres

O nada, o abismo e as palavras

Laurinho e as mulheres

Cinquenta tons – sexo miúdo e literatura medíocre

O outro homem nu

A Monteiro o que é de Lobato

A grande paixão de Ademar

Celulares ou A arte de jogar conversa fora

O Gordo, o Magro, o Alto, o Baixo

Manuel Bandeira: O outro dentro de cada um

Quem é você?

Os livros do Roberto Gomes