A marca de Caim

| Por | EM

Tempos estranhos, esses. Pode ser até que todos tenham parecido assim para aqueles que viveram antes de nós,  quem sabe desde os gregos. Mas tempo algum teve uma disseminação tão instantânea – e tão disseminada – da desvalorização de princípios básicos deste tal de ser humano.

É uma perda que atinge e agride, milhares de martelos a esfarelar tudo o que era sólido. Não há como escapar deles: estão no computador, no tablet, no smartphone.  Que hoje também incorporaram tv, rádio e o impresso digitalizado.

O que foi prometido como a liberdade, o livre acesso, o menor esforço, se tornou na verdade uma cela individual. Solitário, o ser humano vive as relações virtualmente: a pessoa ao lado está mais inatingível que a nova adição no facebook ou no instagram ou no que for mais instantâneo amanhã.

È preciso estar conectado, hoje, sempre. Mas quem está do outro lado? E deste, quem está? Quem somos nós, de fato? Este livro é para quem se preocupa com isso. Para aqueles que pensam em uma vida fora das telas, além dos muros em que se escondem os que tentam fugir de uma verdade atemporal: somos humanos, somos falíveis, somos finitos. Somos o que fazemos, não o que postamos.

Como escreve Luciano Alvarenga, “A moeda de maior valor e de mais difícil acesso ao longo do século XXI, por todas as pessoas invejada e desejada, será o equilíbrio mental e físico.”

Sobre o autor

Luciano Alvarenga é formado em Ciências Sociais e Mestre em Economia pela Unesp. Professor universitário na Unirp/Rio Preto/SP. É comentarista de política e sociedade nas Rádios Interativa FM e, Novo Tempo/AM entre outras rádios no Estado de São Paulo. É editor do blog camadeprego.blogspot.com. Comanda o programa “Luciano Alvarenga Debate”, na TV da Cidade em Rio Preto. Escreve regularmente sobre a vida urbana na contemporaneidade, publicados na internet e jornais impressos variados.

Atenção: a compra deste livro deve ser feita diretamente com o autor. Se você se interessou pela obra, mande um e-mail para contato@vitrineliteraria.com.br, que repassaremos para o Luciano.

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